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Lector Live: Da necessidade uma solução eficaz

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SCI, empresa catarinense que se destaca por oferecer soluções diferenciadas em tecnologia para o mercado contábil, iniciou suas atividades em 1991. Percebendo a necessidade de o mercado contábil informatizar seus dados, a empresa foi se especializando na criação de software para o segmento. Hoje, a SCI conta com mais de seis mil clientes ativos e 30 mil usuários.

Com a grande demanda de clientes e a necessidade de capacitar com mais eficiência e com menor custo, a SCI optou pela capacitação on-line, utilizando a plataforma de comunicação a distância Lector Live. Desde que a empresa adotou a plataforma, Elinton Marçal – Diretor de Tecnologia e Marketing – afirma que a SCI conseguiu encurtar distâncias e capacitar pessoas de todo o Brasil, o que antes seria praticamente impossível.

Confira a entrevista que Elinton Marçal cedeu ao Blog Mundo a Distância.

Blog – Para quais finalidades sua empresa utiliza o Lector Live?

SCI – Utilizamos o Lector Live para demonstrações, treinamentos de parceiros e clientes.

Blog – Quantas pessoas o utilizam?

SCI – Estamos apenas engatinhando no projeto, treinamos em média 80 pessoas de uma única vez, mas por mês são em torno de 1000 pessoas.

Blog – O que mudou para a empresa com a utilização da ferramenta?

SCI – Mudou muita coisa, reduzimos custos e ganhamos na velocidade da informação.

Blog – Houve diminuição de gastos? É possível quantificar?

SCI – Diminuiu muito, é impossível quantificar, pois agora fazemos muito mais por muito menos investimentos. Estadias, Transporte, Alimentação e Horas Extras são os principais gastos que reduzimos.

Blog – De que outras formas a sua empresa foi beneficiada com a utilização do Lector Live?

SCI – Foi muito beneficiada, pois encurtamos distâncias, treinamos gente do Brasil todos via EAD, antes era impossível.

Blog – A ferramenta supre as necessidades da sua empresa?

SCI – Sim, perfeitamente, estamos muito felizes com a Lector.

Blog – Já utilizou alguma customização especial da ferramenta? Qual a modificação principal?

SCI – Somos clientes novos, seis meses, usamos somente o básico, mas estamos encantados com a ferramenta.

Blog – Como você avalia o suporte e o atendimento ao cliente realizado pela Lector Tecnologia?

SCI – Excelente, sempre muito atenciosos. Impressionante!

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Aulas de Universidades Federais serão disponibilizadas na internet

Projeto deve ser inaugurado ainda nesse primeiro semestre

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O Ministério da Educação pretende disponibilizar na internet vídeos com palestras e aulas de universidades públicas federais.

O projeto, batizado de Universidade Livre, deve começar funcionar ainda no primeiro semestre de 2013, anunciou o ministro Aloizio Mercadante, na última quarta-feira, 16, em Brasília.

Segundo ele, a iniciativa não substitui a universidade nem a certificação, mas ajuda a reforçar o processo de aprendizagem.

“Desta forma, você poderá assistir a aula de qualquer professor de qualquer universidade [federal] do Brasil. Serve para complementar o curso que está fazendo e isso vai multiplicar a capacidade pedagógica e de aprendizagem”, disse Mercadante.

As universidades terão autonomia para decidir se querem ou não participar do projeto. Segundo o ministro, o assunto já foi discutido com reitores e foi recebido com “grande simpatia”.

“Nossa expectativa, se tudo der certo, é que ao longo deste primeiro semestre de 2012 a gente possa concluir o estudo da plataforma tecnológica para verificar o equipamento mais adequado e a parceria com as universidades”, declarou.

Ainda na última quarta-feira, o MEC promoveu um seminário sobre educação digital que teve a participação do educador norte-americano Salman Khan, autor de mais de 3,8 mil videoaulas, com 200 milhões de acessos na internet. No evento, Khan defendeu o uso da educação digital como forma de democratizar o acesso ao ensino de qualidade. “O conteúdo ao qual o filho dos mais ricos tem acesso pode ser dado aos menos servidos de educação. Queremos tornar a educação não em algo escasso, mas em um direito humano que todas as pessoas possam ter”, disse.

Graduado pelo renomado Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT, na sigla em inglês) e com MBA pela Universidade Harvard, Khan trabalhou no mercado financeiro antes de se tornar conhecido no mundo virtual por postar aulas sobre matemática, física, biologia, química e outras disciplinas, o que o levou a criar uma organização acadêmica – a Khan Academy. Na avaliação de Khan, ferramentas tecnológicas otimizam o tempo dos professores e contribuem para ampliar o contato entre aluno e professor e estimulam o aprendizado individualizado.

Cerca de 400 aulas do professor foram traduzidas para o português pela Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos. O material deverá integrar o conteúdo dos tablets a serem distribuídos neste ano pelo MEC aos professores do ensino médio, informou Mercadante. As aulas podem ser acessadas gratuitamente na internet.

“É mais uma opção que o professor tem para ver boas aulas, práticas didáticas exitosas e isso vai enriquecer o repertório dele. Se o professor e a rede municipal ou estadual tiverem interesse de utilizar de uma forma mais intensa, o MEC está disposto a apoiar, não só essa plataforma, mas outras similares”, explicou o ministro.
Fonte: Olhar digital

 

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Ensino à distância: isso ainda vai ser grande no Brasil

Até 2022, a expectativa é que cerca de 1,2 milhões de brasileiros estejam matriculados em universidades online, segundo estudo

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São Paulo – Não faz muito tempo que cursos online eram vistos como formação, no máximo, complementar àquela tradicional. Hoje já não é mais o caso. Tanto que algumas das melhores universidades do mundo oferecem cursos de MBA à distância – alguns deles dão aos alunos que graduarem diplomas exatamente iguais àqueles dos alunos de aulas presenciais.

Nos Estados Unidos, o número de MBAs e cursos complementares que podem ser feitos pela internet cresce, mas no Brasil ele cresce em uma proporção ainda maior. Por aqui, segundo dados do relatório “Manual do Ensino à Distância no Brasil” feito pela HSBC Global Research, cerca de 12% dos alunos matriculados em um curso particular de ensino superior eram do ensino à distância. Já nos EUA, o número não chegava a um terço disso.

A expectativa para 2022 é que cerca de 1,2 milhões de pessoas estejam matriculadas em cursos privados de ensino à distância. Isso representaria 16% do total de matrículas no mercado, e um crescimento médio anual de 3,8% até lá.

O segmento tende a crescer, de acordo com o relatório, por conta das oportunidades que oferece. Segundo os especialistas do HSBC Global Research, o potencial de crescimento se dá por causa da “conveniência e custo mais baixo comparado aos cursos tradicionais”.

Alunos mais velhos, por exemplo, que se formaram do ensino médio há anos, são um grande grupo potencial para ensino à distância. O avanço nas tecnologias da área (com chats ao vivo, produção audiovisual e softwares para provas e exames, por exemplo) também colabora para a disseminação desses cursos e para maior aceitação deles.

Fonte: Exame.Abril

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Servidores começam curso a distância para a Copa

Um novo passo foi dado na tentativa de qualificar profissionais gaúchos para a Copa do Mundo de 2014. Servidores públicos do Estado e de mais de 30 municípios e agentes sociais, ligados a organizações não governamentais (ONGs), participaram da aula inaugural de dois cursos com foco na preparação para grandes eventos. As oficinas são ligadas às áreas de segurança e turismo. A iniciativa é capitaneada pela Rede Escola de Governo do Estado, através da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), e contará com a participação da Universidade Feevale, de Novo Hamburgo.

Na quinta-feira, foram iniciadas, em um encontro presencial na Capital, as capacitações Mediação de Conflitos e Gerenciamento de Crise, na área de segurança, e Articulação Regional e Recepção de Grandes Eventos, ligada ao turismo. A primeira oficina será feita por 598 pessoas, enquanto a segunda terá a participação de 494 indivíduos. “O aluno terá até o final de fevereiro de 2013 para concluir o curso, que totalizará 60 horas. Nesse período, ele executará as atividades com uso de ferramentas a distância e será acompanhado pelos tutores. Ao final, haverá uma avaliação para ver se as competências foram desenvolvidas”,  explica Gladis Baptista, pró-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da Feevale.

O sargento da Brigada Militar (BM) em Porto Alegre Valdecir Silva é um dos alunos do curso voltado à segurança. “Esperamos nos aperfeiçoar para prestarmos um ótimo serviço na Copa. Vamos procurar trabalhar prevenindo, orientando e, somente em último caso, reprimindo”, promete. Segundo Silva, a intenção da BM é padronizar as ações de policiamento e focar na preparação em línguas estrangeiras, como inglês e espanhol.

Os idiomas encerrarão a primeira etapa do ciclo de capacitações a distância. No próximo dia 19, começarão as aulas, nesse formato, de inglês e espanhol, oferecidas pelo Senac-RS. Mais de 500 funcionários públicos de municípios e do Estado e agentes sociais devem integrar as turmas.

O secretário estadual do Esporte e Lazer, Kalil Sehbe, diz que, posteriormente, a intenção é oferecer mais cursos, abrangendo também o público em geral. “Até fevereiro do ano que vem, vamos com esse módulo. Depois vamos analisar a criação de outros”, afirma. Sehbe constata que, aos poucos, os profissionais de diferentes áreas, como comércio e serviços, começam a se conscientizar da importância de se preparar para o Mundial de 2014. “Todos os segmentos sociais estão vendo essa necessidade. Vamos conseguir, tranquilamente, ter pessoal capacitado. O Rio Grande do Sul vai ser a melhor sede da Copa“, garante, com entusiasmo.

Apesar do foco especial no Mundial, os cursos a distância procurarão abordar a preparação para eventos de grande porte sob  diferentes vieses. “É a Copa do Mundo para Porto Alegre, mas pode ser um rodeio em Santo Antônio da Patrulha ou uma feira em Vacaria. Queremos multiplicar conhecimento para que os municípios gerem renda e desenvolvimento com essas oportunidades”, destaca Jorge Branco, presidente da FDRH.

Fonte: Ecofinanças


Matemático usa smartphone para ensinar analfabetos a ler e a escrever em SP

Sala de aulas de alfabetização de adultos usa smartphone como ferramenta de apoio

Um grupo de 240 pessoas que vivem em oito cidades do interior paulista está aprendendo a ler e a escrever com o uso de smartphones dentro e fora da sala de aula.

Batizado de Palma (Programa de Alfabetização na Língua Materna), o projeto piloto afirma ter obtido resultados animadores ao adotar os aparelhos como instrumento complementar ao conteúdo dado nas aulas presenciais. A redução da evasão alcança taxas entre 50% e 100%.

Os estudantes são jovens a partir dos 15 anos e adultos que moram em Araras, Campinas, Franca, Itatiba, Leni, Ourinhos, Pirassununga e Santos. Pelo celular, as turmas resolvem exercícios, participam de jogos educativos e fazem as lições de casa.

O software desenvolvido pela equipe do matemático José Luis Poli, 56, coordenador do Palma, é também programado para avaliar o rendimento dos alunos, sendo capaz de identificar se um deles pode passar ou não para a etapa seguinte, mais avançada. As primeiras turmas se formam ainda neste ano.

“Diariamente, os alunos têm 40 minutos de atividades para serem feitas pelo smartphone. O tempo restante é de aula com um professor. A gente permite que os estudantes levem o aparelho para casa e façam as lições”, explica Poli.

Para 2013, o matemático pensa em ampliar o número de beneficiados, disponibilizando o serviço para 5 mil pessoas. Hoje existem 12,9 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais no Brasil, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Entraves

O potencial do celular no ensino a distância é promissor. O setor da telefonia móvel no Brasil cresce de forma contínua a cada ano. Para termos de comparação, havia 257,9 milhões de linhas habilitadas em agosto, de acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Uma tendência relativamente nova, a adoção do smartphone para fins educativos esbarra, porém, em alguns obstáculos, como a maior penetração do celular nos Estados ricos e menor nos mais pobres. Além disso, há muita resistência entre os professores, que se intimidam com o fato de não saberem mexer no aparelho.

“Depende também da orientação das instituições de ensino a qual ele pertence. Se a diretoria incentiva o uso do smartphone em sala de aula ou não”, explica o professor de novas tecnologias de Educação do Senac-Campos de Jordão, André Genesini, 41 anos. “Mas, ao ter contato com o celular, essa resistência vai diminuindo. É a tendência do futuro”, acrescenta.

Um grupo de 240 pessoas que vivem em oito cidades do interior paulista está aprendendo a ler e a escrever com o uso de smartphones dentro e fora da sala de aula. O software desenvolvido pela equipe do matemático José Luis Poli, 56, coordenador do programa Palma, é também programado para avaliar o rendimento dos alunos Reprodução

Fonte: Uol. Educação

 

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Cursos livres são mais procurados do que os autorizados pelo MEC

Acesse o link e visualize o vídeo.

Cursos livres são mais procurados do que os autorizados pelo MEC

 


Recife sedia projeto pioneiro de ensino musical a distância

eMasterclass ofecerá aulas para instrumentistas de cordas pela internet. Ainda há vagas no projeto, que contará com professores estrangeiros.

Acontece nesta sexta-feira (16), no Recife, a aula inaugural de um projeto pioneiro no Nordeste que promove o ensino musical a distância para instrumentistas de cordas: o eMasterclass. Até junho, os participantes terão aulas de aperfeiçoamento técnico por meio de videoconferências pela internet, sob a batuta de professores da Rudi Scheidt School of Music de Memphis, nos Estados Unidos, e Conservatório Carl Nielsen, da Dinamarca. As turmas são formadas por integrantes da Orquestra Criança Cidadã, mas há vagas para alunos ouvintes. A inscrição é gratuita.

Produzido pela Virtuosi Sociedade Artística e aprovado pelo Funcultura de 2011, o eMasterclass é inspirado em programas similares realizados em todo o mundo. “Aulas através de videoconferência já existem, mas um curso de longa duração feito pela internet é a primeira vez que eu vejo, pelo menos, aqui no Nordeste. Quem sabe até no Brasil? Lá fora existe, mas não de forma muito regular”, diz a idealizadora e integrante da coordenação do projeto, Ana Lúcia Altino.

O curso é para jovens músicos se aperfeiçoarem e receberem, de forma intensiva, uma orientação didática com professores e artistas experientes. O projeto oferece aula prática de instrumentos de cordas, abordando os vários aspectos técnicos e musicais da execução de cada um. “É claro que vamos esbarrar em alguns probleminhas técnicos. O som talvez não seja o melhor. Mas eles vão ver e ouvir, em tempo real, opiniões de pessoas reconhecidas, com muita experiência, que provavelmente nunca viriam aqui para isso”, afirma Ana Lúcia Altino.

Para ela, o sistema em duas vias permite ao aluno ver e ouvir os professores, que, por sua vez, mantêm ouvidos e olhos atentos aos fraseados e postura daqueles, entre outros benefícios, como tempo e comodidade. No entanto, ela lembra que as aulas via internet são um reforço para aquilo que os estudantes já estão fazendo. “Não é um substituto para as aulas convencionais. Nós abrimos essas turmas para gente que já toca e pode entender a linguagem dos mestres, para poder aproveitaram o máximo deles”, comentou.

As aulas serão ministradas na sede da Orquestra Criança Cidadã, no Quartel do Cabanga. São duas turmas pela manhã e tarde, com carga horária de oito horas semanais. O projeto contará com a participação dos professores Soh-Hyun Park (violino), Rafael Altino (viola), John Chiego (contrabaixo) e Leonardo Altino (cello).