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Brasil é o quarto mercado mundial de mobilidade

A GSMA Association divulgou uma pesquisa que aponta o Brasil, o 4º maior mercado móvel do mundo, com mais de 260 milhões de conexões móveis ativas, sendo 60 milhões em banda larga móvel. Mantendo as atuais taxas de crescimento, o País chegará a 2014 com 135 milhões de conexões em banda larga móvel.

O crescimento virá da oferta de novas tecnologias e serviços, como NFC, saúde móvel, educação móvel e comércio móvel. “O Brasil representa hoje uma oportunidade real para que as tecnologias móveis entreguem mais benefícios socioeconômicos ao País”, disse o CEO da GSMA, Franco Bernabè.

O estudo aponta que, com a massificação do uso de tablets e smartphones no País, o tráfego por usuário deverá crescer 83% ao ano entre 2008 e 2020, com previsão de um parque de 75 milhões de smartphones em operação em 2016. Na mesma medida, a demanda por banda larga móvel deverá crescer 19 vezes entre 2011 e 2016.

Copa e Olimpíadas
A realização da Copa do Mundo em 2014, e das Olimpíadas em 2016, serão grandes incentivadores no crescimento da demanda. A Copa do Mundo, por exemplo, deverá gerar cerca de 1 milhão de conexões em roaming criando, durante dois meses, um tráfego 300 vezes maior que o normal.

As Olimpíadas não ficarão atrás. O estudo da GSMA aponta que as Olimpíadas de Londres, realizadas este ano, geraram um tráfego equivalente a 60 GB por segundo durante sua realização e este volume deverá crescer consideravelmente nos próximos quatro anos.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br

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Matemático usa smartphone para ensinar analfabetos a ler e a escrever em SP

Sala de aulas de alfabetização de adultos usa smartphone como ferramenta de apoio

Um grupo de 240 pessoas que vivem em oito cidades do interior paulista está aprendendo a ler e a escrever com o uso de smartphones dentro e fora da sala de aula.

Batizado de Palma (Programa de Alfabetização na Língua Materna), o projeto piloto afirma ter obtido resultados animadores ao adotar os aparelhos como instrumento complementar ao conteúdo dado nas aulas presenciais. A redução da evasão alcança taxas entre 50% e 100%.

Os estudantes são jovens a partir dos 15 anos e adultos que moram em Araras, Campinas, Franca, Itatiba, Leni, Ourinhos, Pirassununga e Santos. Pelo celular, as turmas resolvem exercícios, participam de jogos educativos e fazem as lições de casa.

O software desenvolvido pela equipe do matemático José Luis Poli, 56, coordenador do Palma, é também programado para avaliar o rendimento dos alunos, sendo capaz de identificar se um deles pode passar ou não para a etapa seguinte, mais avançada. As primeiras turmas se formam ainda neste ano.

“Diariamente, os alunos têm 40 minutos de atividades para serem feitas pelo smartphone. O tempo restante é de aula com um professor. A gente permite que os estudantes levem o aparelho para casa e façam as lições”, explica Poli.

Para 2013, o matemático pensa em ampliar o número de beneficiados, disponibilizando o serviço para 5 mil pessoas. Hoje existem 12,9 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais no Brasil, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Entraves

O potencial do celular no ensino a distância é promissor. O setor da telefonia móvel no Brasil cresce de forma contínua a cada ano. Para termos de comparação, havia 257,9 milhões de linhas habilitadas em agosto, de acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Uma tendência relativamente nova, a adoção do smartphone para fins educativos esbarra, porém, em alguns obstáculos, como a maior penetração do celular nos Estados ricos e menor nos mais pobres. Além disso, há muita resistência entre os professores, que se intimidam com o fato de não saberem mexer no aparelho.

“Depende também da orientação das instituições de ensino a qual ele pertence. Se a diretoria incentiva o uso do smartphone em sala de aula ou não”, explica o professor de novas tecnologias de Educação do Senac-Campos de Jordão, André Genesini, 41 anos. “Mas, ao ter contato com o celular, essa resistência vai diminuindo. É a tendência do futuro”, acrescenta.

Um grupo de 240 pessoas que vivem em oito cidades do interior paulista está aprendendo a ler e a escrever com o uso de smartphones dentro e fora da sala de aula. O software desenvolvido pela equipe do matemático José Luis Poli, 56, coordenador do programa Palma, é também programado para avaliar o rendimento dos alunos Reprodução

Fonte: Uol. Educação

 

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Conecte-se à internet pelo seu relógio

Além de ser compatível com a tecnologia Android, o I’m Watch também pode utilizar o sistema iOS
Foto: I¿m Watch/Divulgação

Se até pouco tempo atrás os sistemas de Android estavam restritos a smartphones, hoje já é possível utilizar a tecnologia no próprio pulso, através de alguns modelos de relógios, que podem ser sincronizados aos celulares. Com diferentes recursos e faixas de preço, os produtos podem atender a vários perfis de clientes que desejam estar sempre conectados. A seguir, conheça quatro opções de relógios com Android, e decida qual deles melhor atende às suas necessidades.

SmartWatch
À venda no Brasil desde o final de julho deste ano, o Sony SmartWatch tem um sistema Android capaz de conectá-lo a um smartphone via bluetooth e permitir receber ligações e SMS. Com preço sugerido de R$ 599, o relógio também dá acesso à internet. O SmartWatch conta com bateria de curta duração – quando usado com frequência, precisa ser carregado em um dia – e ativação de um toque especial em caso de perda.

I’m Watch
Através de um sistema de Android customizado, o I’m Droid, o I’m Watch também pode ser sincronizado com um smartphone, tendo acesso à internet, a recebimento de ligações, SMS e sistema de MP3 player. O relógio italiano conta com um recurso exclusivo de nuvem, o I’m Cloud, pelo qual se pode baixar os apps do Google Além da compatibilidade com Android, o produto é o primeiro do segmento que pode ser sincronizado com o sistema iOS, dos iPhones. Com o uso constante do Bluetooth, a bateria do relógio tem duração média de um dia. Disponível em várias cores, como amarelo e vermelho, o I’m Watch está à venda em seu site. É possível adquirir o produto por R$ 599, mas há versões na ordem dos milhares de reais, como os relógios banhados em prata (R$ 3.699), ouro (R$ 29.999) e ouro e diamantes (R$ 36.999).

inPulse
Por a partir de US$ 99 é possível adquirir o inPulse, relógio compatível com os sistemas Android e BlackBerry, em seu próprio site. Além de avisar o recebimento de e-mails, chamadas e SMS, quando sincronizado a um smartphone e um BlackBerry, o relógio permite que os usuários baixem apps e personalizem a interface do produto.

MOTOACTV
Apesar de receber chamadas, SMS e outros recursos através do sistema Android, quando sincronizado com um smartphone, o MOTOACTV é voltado principalmente para praticantes de esportes. O produto também pode ser utilizado sem a pulseira, como um tocador de mp3 ou acoplado a uma bicicleta, e conta com o uso de GPS para medir desde o tempo do percurso realizado até o número de calorias queimadas.

O relógio permite que os esportistas tracem um programa de aperfeiçoamento de seus treinos, além de rastrear todos os movimentos feitos durante o trajeto. Vendido no Brasil desde o primeiro trimestre deste ano, o modelo tem preço sugerido de R$ 999, com cinco horas de duração da bateria em ambientes externos.

Fonte: Terra

 

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Comércio via aparelho portátil deve movimentar R$ 2 bilhões em 2013

Em estudo divulgado pela Hi-Mídia, foi revelado que as compras online realizadas por meio de dispositivos móveis devem atingir R$ 2 bilhões em 2013, à frente dos R$ 132 milhões registrados na primeira metade de 2012, segundo dados do e-bit. A pesquisa foi realizada pela Hi-Midia em parceria com a M.Sense, empresa especialista em estudos de mercado.

O levantamento, que ouviu 1.796 pessoas das cinco regiões do país, também aponta que, dos entrevistados, 45% possuem smartphones e 16% são proprietários de tablets. Do total, 72% são do gênero masculino, os quais foram divididos em classe A (28%), classe B (60%) e classe C (28%). A maior parte localiza-se na região sudeste e tem entre 30 e 39 anos de idade (34%).

A proporção que afirma no Brasil, ter comprado ao menos uma vez por meio de aparelhos portáteis, é bastante significativa. Segundo o documento, um em cada três usuários de smartphone ou tablet já praticou o m-commerce. Já 93% dos entrevistados disseram buscar informações e indicações sobre produtos e serviços através de dispositivos móveis. Além disso, 87% deixaram de comprar em uma loja física por conta de uma informação buscada em seu aparelho.

Entre os produtos já comprados pelos usuários móveis estão eletrônicos e informática (61%), ingressos (44%), eletrodomésticos (39%), conteúdo (38%) e CDs, DVDs e Blu-Ray (36%). As principais categorias não diferem significativamente das compras pelo “e-commerce” (a pesquisa se refere ao e-commerce como sendo o comércio online realizado por meio de computadores laptop e desktop, ao invés de compra e venda online em geral).

Para Julien Turri, CEO da Hi-Mídia, “Os smartphones e tablets são hoje ferramentas poderosas de consulta e embasamento para tomada de decisão de compra, mas ainda não são necessariamente o canal de compra. O m-commerce está em franca expansão, mas acreditamos que será algo complementar ao e-commerce e não que o substituirá”, diz. A pesquisa revelou que apesar de buscarem informações por vias móveis, 73% dos entrevistados ainda preferem finalizar a compra no computador e 13% na loja física.

Para Bruno Maletta, sócio da M.Sense e responsável pela pesquisa, a experiência de compra é diferente dos demais canais e deve ser explorada pelas empresas. “Quando bem utilizado, o m-commerce pode oferecer uma experiência de compra bastante sofisticada, via games ou aplicativos, tornando o processo mais divertido e atrativo”, diz. O uso da geolocalização para busca de pontos de venda (64%), recursos fotográficos (56%), comparadores de preço (39%) e leitores de código de barra (21%) já fazem parte do hábito de compra de grande parte dos usuários de internet móvel.

O estudo mostrou ainda que a segurança é um ponto importante na finalização de compras via dispositivos móveis. A maioria dos entrevistados revelou ter receio ao digitar o número do cartão de crédito em smartphones e tablets. O tamanho da tela também foi apontado como uma barreira para compras móveis. A melhoria na percepção dos serviços de internet móvel e novas tecnologias podem estimular ainda mais esta modalidade de compra.

Fonte: Ecommercenews

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55% dos executivos são usuários de redes sociais

Uma pesquisa recente chegou à conclusão que 55% dos executivos estão cadastrados em pelo menos três redes sociais. A pesquisa, realizada pela Society for New Communications, entrevistou 114 executivos de empresas com 100 a 50 mil funcionários, de 10 países do mundo. De acordo com a pesquisa, o que atrai 80% destes executivos é o fato de que esses profissionais acreditam que tais sites ajudam no processo de tomada de decisões, e também a obter informações estratégicas. Já 60% querem ampliar sua rede de relacionamentos.

A rede social preferida pelos executivos consultados é o LinkedIn, usado com frequência por 97% dos entrevistados. O uso do Twitter e do Facebook caiu do ano passado para este ano.

Cerca de 97% dos executivos online utilizam-se de seus computadores (ou de suas empresas) para acessar a internet. Mas 59% preferem utilizar um dispositivo móvel, como um smartphone ou um tablet.

A maioria dos entrevistados (43%) entram de uma a três vezes por dia nas redes sociais. Cerca de 33% entram apenas uma vez, e apenas 2% fazem isso ocasionalmente.

Para conferir os dados publicados pelo site Olhar Digital, clique aqui.

E aguarde, em breve a Lector Tecnologia apresentará sua nova rede social.

 


Internet banda larga cresce no Brasil

88% dos municípios brasileiros já têm acesso à internet banda larga.

Foi divulgado na última terça-feira (dia 22), uma pesquisa que fala sobre a cobertura de banda larga no país. Se antigamente este era um luxo para poucos, hoje já é uma realidade cada vez mais crescente. O Estudo aponta um crescimento de 53% no número de pontos de acesso à internet de alta velocidade nos últimos 12 meses.

Isso representa 12,4 milhões de novos pontos de acesso no país. Com isso, hoje o Brasil tem 36,1 milhões de pontos fixos e móveis.

A Telebrasil, empresa que divulgou os dados, afirma que 88% dos municípios brasileiros já possuem internet de banda larga, num total de 4.897 cidades. De acordo com a pesquisa, isso compreende a cobertura de 97% da população do país, ou seja, 185 milhões de pessoas.

Ao mesmo tempo, o acesso a partir de dispositivos móveis, como conexão 3G e smartphones, aumentou 85%.